Experiência
Décadas de desenvolvimento, liderança e educação em software, atravessadas pela percepção de que ferramentas e metodologias não resolvem sozinhas fragmentação, desalinhamento, esgotamento, irrelevância e incerteza.
Peça · Livro
Da fragmentação à gestão como ato de união
Livro de Alisson Vale que investiga três formas de pensar — analítica, sistêmica e complexa — e suas consequências para projetos de software, liderança, inteligência artificial e trabalho humano.
Pergunta da Peça
E se o problema dos nossos projetos não estiver primeiro nas práticas que usamos, mas na forma de pensamento que tornou essas práticas possíveis?
Este livro ocupa uma posição de dobradiça na obra de Alisson Vale. De um lado, recolhe uma década de ensino sobre negócio, eficácia, fluxo, colaboração, ritmo e operação. Do outro, abre esse repertório para complexidade, consciência, inteligência artificial e vida. O software continua sendo o território concreto, mas o objeto profundo passa a ser a forma do pensamento. O movimento decisivo não elimina o analítico em favor do sistêmico nem o sistêmico em favor do complexo. Procura reconhecer o papel e o limite de cada lente, evitando que um mapa útil seja deslocado para um território que não consegue compreender.
Três modos de olhar
Décadas de desenvolvimento, liderança e educação em software, atravessadas pela percepção de que ferramentas e metodologias não resolvem sozinhas fragmentação, desalinhamento, esgotamento, irrelevância e incerteza.
Um livro de gestão e filosofia aplicada que organiza doze capítulos como transição entre três formas de pensar e desloca as metáforas do software de mecanismo para organismo e ecossistema.
A expansão do repertório prático do curso para uma obra que integra filosofia, sistemas, complexidade, consciência, inteligência artificial e ecologia das relações, culminando na passagem do ego para o eco.
Proveniência
Esta página é uma projeção pública da ficha curatorial da Peça. O texto foi adaptado para visita, preservando o acervo como fonte de verdade.